Eu sempre tive um ponto de vista não muito comum sobre os atentados de 11/09.
Podem me chamar de conspiracionista, mas essa história de que foi o Bin Laden o responsável pelos atentados nunca me convenceu. Sempre achei muito estranho um cara que estava escondido dentro de uma caverna no Afeganistão ter não só a capacidade, mas também os meios de 'driblar' o sistema de segurança do governo dos EUA, a maior potência militar do mundo. Como os EUA poderiam sofrer um atentado daquela magnitude?aí fiquei sabendo de outros atentados que já teriam ocorrido. Foi então que me falaram do filme Zeitgeist.
Se é um filme confiável ou não é uma discussão que existe, sendo que muitos criticos afirmam ser difícil verificar a veracidade das informações por falta de datas, citações etc. Mas pelo que dizem, essas informações existem no site de Zeitgeist ao contrário do que esses criticos afirmaram.
De qualquer forma fica a critério de cada um acreditar no que é dito ou não.
Para o tema desse post, o que importa no filme é a Parte II que trata sobre o 11/09 e a campanha anti-terrorista liderada pelos EUA (aconselho a assistir o filme a partir de mais ou menos 35min), e essa parte é de fácil comprovação, já que as declarações feitas no filme contêm os nomes e imagens (ou a voz) dos que deram seus depoimentos. Esse filme só deu uma explicação lógica para todas as minhas desconfianças e confesso que despertou em mim até certa revolta, afinal, a idéia de que um governo possa idealizar um ataque daqueles contra seu próprio povo é terrível.
Quem estiver interessado, segue o link pra o video com legenda em português:
http://vimeo.com/2074154
Posso adiantar que os indicios do envolvimento do governo norte-americano nos atentados são fortes e alguns depoimentos de pessoas ligadas ao governo e de pessoas que estavam no WTC naquele momento são perturbadores.
O que poucos sabem é que as relações entre Osama e órgãos do governo dos EUA nem sempre foram tão conturbadas. Na realidade, o Bin Laden serviu aos interesses americanos na época da Guerra Fria, sendo usado como "instrumento contra a antiga URSS".
De acordo com o cientista político francês Florent Blanc: "Bin Laden e a CIA foram felizes aliados pois, enquanto um recrutava os homens para lutar nas montanhas, o outro fornecia os fundos, as armas e os instrutores para treinar e formar os afegãos e os voluntários árabes em técnicas de combate de guerrilha". Só que os EUA nãe esperavam que esses homens se revoltassem contra os EUA e os ideais ocidentais. Ainda segundo Blanc, referente a resposta dos EUA ao atentado a embaixadas na África:"Se depois do ataque ao World Trade Center, em 1993, já se havia detectado a conexão dos terroristas com antigos membros da milícia afegã treinada pela CIA, a resposta militar americana aos ataques na África revelou outra cruel ironia. Em busca das bases secretas da Al Qaeda no Afeganistão, os americanos não tiveram que procurar muito. Os campos de treinamento dos terroristas de Bin Laden constavam dos mapas da CIA, que os havia projetado e instalado no começo do jihad contra os soviéticos."
Fonte:http://historia.abril.com.br/gente/aliado-inimigo-1-bin-laden-
433870.shtml
Mas e agora?o Bin Laden está morto, outros assumirão a liderança. Essa é uma 'luta' que nunca acabará... sempre haverá perseguição aos terroristas... e por consequência as retaliações... e uma nova 'guerra ao terror' se iniciará... ou seja, um ciclo vicioso...
Aqui podem encontrar vários links falando da morte do Osama:
http://noticias.br.msn.com/especial/osama-bin-laden/default.aspx
Aqui é do nosso jeito. Estudantes de Relações Internacionais que estão cansados de ter papas na língua. Se você espera ver textos científicos, com formatações da ABNT, procure no Google. Por aqui não há nada disso. Talvez você até encontre textos mais científicos, mas optamos pela liberdade de palpitar. Hehehehe..Seja bem vindo...E RI do nosso jeito!!
terça-feira, 3 de maio de 2011
É... o Bin Laden morreu... e agora?
quarta-feira, 24 de março de 2010
EUA e Grã-Bretanha vão financiar polícia antiterrorista no Iêmen
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, concordaram em financiar uma unidade antiterrorista da polícia no Iêmen para tentar combater militantes islâmicos no país, segundo anunciaram, neste domingo, representantes do governo da Grã-Bretanha.
Os dois países também devem aumentar o apoio à operação da guarda costeira do Iêmen, em cujas águas piratas somalis têm atacado navios internacionais.
Brown e Obama vão pressionar o Conselho de Segurança da ONU a criar uma força de paz maior para atuar na Somália.
Segundo o gabinete do premiê britânico, os detalhes do acordo ainda estão sendo acertados e poderão não ser divulgados por razões de segurança.
Encontro no Iêmen
No sábado, o governo do Iêmen já havia anunciado que os Estados Unidos se ofereceram para ajudar a combater militantes islâmicos no país e que o governo americano quer aumentar a cooperação militar entre as duas nações.
Segundo a agência de notícias estatal iemenita, a oferta americana ocorreu durante um encontro entre o chefe do Comando Central dos Estados Unidos, general David Petraeus, e o presidente do Iêmen, Ali Abdallah Saleh.
Petraus, que é responsável pelas operações americanas no Oriente Médio e na Ásia Central, disse a Saleh que os Estados Unidos estão dispostos a apoiar o Iêmen na luta contra a rede Al-Qaeda.
Ainda de acordo com a agência, o general entregou ao líder iemenita uma carta do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cujo conteúdo falaria de questões de segurança.
Telefonemas
De acordo com a especialista da BBC para assuntos internacionais, Caroline Hawley, já faz algum tempo que se sabia que a Al-Qaeda vinha tentando estabelecer uma base segura nas regiões do Iêmen com pouca atuação do governo.
Hawley diz que desde o atentado frustrado a um avião americano, no dia 25 de dezembro, as atenções se voltaram para o país, que é mais pobre do mundo árabe, e Obama e Brown têm trocado uma série de telefonemas para discutir o assunto.
Na manhã do sábado, Obama acusou pela primeira vez em público um braço da Al-Qaeda pelo suposto plano frustrado para explodir um avião americano no dia 25 de dezembro.
Em sua mensagem semanal de rádio e vídeo, Obama disse que a Al-Qaeda no Iêmen treinou e deu armas ao acusado pelo ataque, o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, de 23 anos.
O grupo já havia assumido a autoria em um comunicado divulgado na semana passada.
Abdulmutallab, que está sob custódia americana, é acusado de tentar detonar explosivos amarrados em seu corpo quando o avião, que levava quase 300 pessoas, se preparava para aterrissar.
O governo do Iêmen confirmou que ele esteve no país entre agosto e o início de dezembro.
Antes de pegar o voo para Detroit, Abdulmutallab embarcou em Gana, fazendo conexão em Lagos, na Nigéria, rumo a Amsterdã.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/01/100102_euaukiemenml.shtml